Talvez o mundo das corridas virtuais esteja ficando pequeno demais para alguns talentos
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Graças a intensa profissionalização das corridas virtuais, observada principalmente em 2018, foram revelados talentos impressionantes. Para esses pilotos talentosos, as pistas da Fórmula 1 podem ser a próxima fronteira a ser conquistada.
No automobilismo, a lacuna que existia entre as competições reais e virtuais está cada vez menor. Além de algumas competições tradicionais, como a 24 horas de Le Mans e a Fórmula 1 estarem investido pesado em campeonatos online, as corridas virtuais são um dos poucos eSports que possibilitam a migração para o esporte real.
Afinal, essa migração seria possível em quanto tempo?
A diretora de marketing da Fórmula E (carros elétricos), Ellie Normal, citou os pilotos Lucas di Grassi, ex-Fórmula 1 e campeão da Fórmula E, e Enzo Bonito, competidor de corridas virtuais. Ambos competiram entre si na última edição da Corrida dos Campeões.
Para Ellie, o embate na pista entre os dois pilotos é a prova de que, em 10 anos ou menos, sim, um piloto de automobilismo virtual habilidoso pode chegar a Fórmula 1. Sendo assim, possibilitará que essa modalidade se estabeleça como algo profissional e não apenas um jogo de video game.
De olho na audiência
As corridas virtuais, em breve, podem atrair ainda mais admiradores dentro do mundo dos eSports. Além disso, essa audiência poderia começar a se interessar pelas corridas tradicionais se seus ídolos se tornassem pilotos de pista. Hoje, uma das principais preocupações de diversas atrações de televisão é como atrair o público mais jovem, que está na internet. Nem os jogos olímpicos escapam disso.