Um grupo de pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) está trazendo inovação no estudo do Transtorno do Espectro Autista (TEA) através de uma técnica pioneira. Utilizando uma abordagem inspirada na produção cinematográfica, especificamente na técnica usada no filme “Avatar“, os cientistas pretendem oferecer novos insights sobre o transtorno.
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