Sessão da Tarde desta sexta (9) exibe aventura com fantasia e muita imaginação

A Sessão da Tarde desta sexta-feira, 9 de outubro, encerra a semana com uma produção voltada para quem gosta de fantasia, humor e aventuras familiares. A história acompanha um personagem capaz de transformar desenhos em realidade usando um objeto mágico, recurso que dá origem a situações inesperadas no mundo real.
O longa mistura elementos infantis com uma narrativa que também funciona para adultos, especialmente por trabalhar temas como criatividade, amadurecimento e responsabilidade. O protagonista precisa entender que ter o poder de criar praticamente qualquer coisa não significa saber lidar com todas as consequências de suas escolhas.
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Estrelada por Zachary Levi, a atração escolhida pela Globo aposta em uma aventura leve para a tarde de sexta-feira e se diferencia dos títulos mais dramáticos exibidos ao longo da semana. A produção combina humor, fantasia e efeitos visuais em uma história inspirada em um personagem conhecido da literatura infantil.
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Qual filme passa na Sessão da Tarde desta sexta-feira (9)?
O filme escolhido para a Sessão da Tarde desta sexta-feira é Harold e o Lápis Mágico, produção lançada em 2024 e estrelada por Zachary Levi. A trama acompanha Harold, personagem que vive dentro de um universo ilustrado e possui um lápis capaz de transformar tudo o que desenha em realidade.
Dentro de seu próprio mundo, Harold está acostumado a resolver praticamente qualquer problema com um simples traço. Se precisa de um objeto, caminho ou solução, basta desenhá-lo para que aquilo passe a existir.
A situação muda quando ele encontra uma maneira de sair das páginas e entrar no mundo real. Pela primeira vez, Harold precisa lidar com regras que não podem ser facilmente apagadas ou redesenhadas quando algo dá errado.
Esse choque entre imaginação e realidade é o ponto central da aventura. O protagonista começa a perceber que seu poder pode ser divertido, mas também perigoso quando usado sem responsabilidade ou quando desperta o interesse de pessoas que pretendem utilizá-lo para outros objetivos.

História começa dentro de um livro e chega ao mundo real
A principal característica de Harold e o Lápis Mágico é justamente a passagem entre dois universos. O personagem começa sua jornada em um ambiente onde praticamente tudo depende da criatividade e onde as limitações do mundo real não existem da mesma maneira.
Ao crescer, Harold decide descobrir o que existe além das páginas. Com seu lápis roxo, ele desenha uma passagem e consegue entrar na realidade, levando consigo a habilidade que sempre utilizou dentro do livro.
O que parecia apenas uma oportunidade de explorar um novo lugar rapidamente se transforma em uma experiência bem mais complicada. Harold precisa aprender como funcionam dinheiro, relações humanas e responsabilidades que não podem ser resolvidas apenas com desenhos.
Ao mesmo tempo, sua capacidade chama atenção. Qualquer ideia pode ganhar forma se for desenhada com o lápis, o que naturalmente desperta a curiosidade e também a ambição de outras pessoas.
O filme utiliza essa situação para desenvolver tanto cenas de humor quanto momentos de aventura. As criações de Harold nem sempre funcionam exatamente como ele espera, e algumas delas acabam aumentando os problemas que ele tenta resolver.
Zachary Levi interpreta o protagonista
Zachary Levi assume o papel de Harold e conduz grande parte da história. O ator ficou mundialmente conhecido por trabalhos em produções de ação e comédia e leva para o personagem um estilo bastante físico e exagerado, adequado ao tom fantasioso da trama.
Harold é apresentado como alguém curioso e inocente em relação ao mundo real. Mesmo tendo crescido dentro de seu próprio universo, ele ainda precisa aprender conceitos básicos quando passa a conviver com pessoas que não possuem a mesma liberdade que ele.
Essa inocência gera várias situações cômicas, principalmente porque o protagonista acredita inicialmente que qualquer dificuldade pode ser solucionada com o lápis.
Ao longo da história, porém, Harold percebe que criatividade também exige responsabilidade. O amadurecimento do personagem passa justamente por entender quando deve usar seu poder e quando precisa resolver uma situação sem recorrer à magia.
Filme é inspirado em livro infantil famoso
A produção apresentada na Sessão da Tarde tem origem em uma obra infantil bastante conhecida. O personagem Harold surgiu no livro Harold and the Purple Crayon, publicado originalmente em 1955 pelo escritor e ilustrador Crockett Johnson.
No livro, Harold é uma criança que cria seu próprio caminho utilizando um lápis roxo. Cada desenho permite que ele avance em sua aventura, transformando uma simples folha em diferentes cenários.
A adaptação cinematográfica não reproduz exatamente o livro. Em vez disso, imagina o que aconteceria se Harold crescesse e deixasse seu universo ilustrado para conhecer o mundo real.
Essa escolha permite que o filme apresente uma história própria, mantendo apenas a ideia central criada por Crockett Johnson: o poder da imaginação transformado literalmente em realidade.
Para quem conhece a obra original, o longa funciona como uma expansão do conceito. Já para quem nunca teve contato com o personagem, a história pode ser acompanhada sem necessidade de qualquer conhecimento anterior.
Fantasia funciona como parte principal da aventura
Diferentemente de um filme de fantasia tradicional, o elemento mágico de Harold e o Lápis Mágico está diretamente ligado à criatividade. O protagonista não utiliza feitiços nem possui superpoderes convencionais: tudo depende daquilo que consegue imaginar e desenhar.
Essa característica abre espaço para diferentes situações ao longo da produção. Objetos comuns podem aparecer de repente, desenhos podem ganhar vida e soluções improváveis surgem quando Harold acredita que encontrou uma forma de resolver seus problemas.
O filme também utiliza esse recurso para criar cenas visualmente diferentes. A fronteira entre aquilo que foi desenhado e o mundo real se torna cada vez menor conforme o protagonista utiliza o lápis.
Ao mesmo tempo, a história estabelece um limite importante: o poder não é automaticamente positivo. A possibilidade de criar qualquer coisa pode se tornar perigosa se alguém decidir usar o lápis com objetivos egoístas.
É justamente a partir desse risco que a aventura ganha um conflito maior e deixa de ser apenas uma sequência de situações engraçadas.
Produção aposta em humor para o público familiar
A Sessão da Tarde desta sexta-feira fecha a semana com um título bastante direcionado ao público familiar. O humor aparece em grande parte da narrativa, principalmente nas tentativas de Harold de compreender comportamentos comuns para quem vive no mundo real.
O protagonista possui uma lógica diferente porque passou grande parte da existência em um universo onde as regras podem ser alteradas com facilidade. Isso faz com que situações simples pareçam completamente novas para ele.
A comédia também nasce das consequências de seus desenhos. Uma ideia aparentemente útil pode provocar um problema ainda maior depois que ganha vida, obrigando os personagens a encontrar outra solução.
Mesmo com a proposta infantil, o filme evita depender apenas de piadas para crianças. A relação entre imaginação e responsabilidade cria uma mensagem que também pode ser compreendida pelo público adulto.
Harold e o Lápis Mágico é indicado para crianças?
Harold e o Lápis Mágico foi desenvolvido justamente como uma aventura familiar. A fantasia, o humor e o protagonista de comportamento inocente tornam a produção especialmente acessível para crianças.
A história também trabalha uma ideia positiva sobre criatividade. Harold consegue enfrentar muitas dificuldades justamente porque não aceita imediatamente os limites impostos pelas situações ao seu redor.
Por outro lado, o filme mostra que imaginar algo não significa que todas as consequências serão positivas. O protagonista precisa aprender a avaliar o impacto de suas escolhas e a reconhecer quando sua habilidade pode causar problemas.
Essa combinação permite que a produção funcione tanto como entretenimento quanto como uma história simples sobre amadurecimento.
Para famílias que costumam acompanhar a Sessão da Tarde, a atração desta sexta-feira apresenta um tom bem mais leve do que alguns dos filmes exibidos nos dias anteriores.

Vale a pena assistir à Sessão da Tarde desta sexta?
A Sessão da Tarde desta sexta-feira é uma boa opção para quem busca uma produção leve para encerrar a semana. A aventura não pretende ser um drama complexo e aposta principalmente na criatividade de sua proposta.
Zachary Levi conduz o filme com uma interpretação voltada para o humor, enquanto a ideia de transformar desenhos em objetos reais permite que a história crie sequências diferentes ao longo da narrativa.
A ligação com um clássico da literatura infantil também adiciona curiosidade à produção. O longa pega um conceito criado décadas atrás e tenta imaginar o que aconteceria com aquele personagem fora das páginas.
Por isso, Harold e o Lápis Mágico pode agradar especialmente crianças e espectadores que gostam de aventuras com fantasia. A proposta é simples, mas oferece espaço suficiente para humor, ação e momentos de imaginação.
A Sessão da Tarde exibe Harold e o Lápis Mágico nesta sexta-feira, 9 de outubro, na Globo. O longa fecha a programação semanal com uma aventura familiar sobre criatividade, escolhas e o que pode acontecer quando tudo aquilo que alguém desenha passa a existir de verdade.
Imagem: Reprodução Globo



