Sessão da Tarde (11 de setembro): Globo aposta em encontro que transforma duas vidas

A Sessão da Tarde encerra a programação desta semana com uma produção brasileira que coloca duas mulheres de gerações muito diferentes no centro da história. A atração desta sexta-feira, 11 de setembro, troca aventuras e fantasias por uma narrativa sobre convivência, solidão, memória e novas possibilidades.
O filme escolhido pela Globo também chama atenção por reunir uma atriz veterana e sua própria filha em cena. A relação familiar existe fora das telas, mas, na ficção, as duas interpretam vizinhas que pouco têm em comum quando seus caminhos começam a se cruzar.
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A programação da Sessão da Tarde desta sexta ainda traz nomes bastante conhecidos da televisão brasileira em participações importantes. A produção nasceu a partir de uma história de sucesso no teatro e ganhou uma versão ampliada para as telas.
Para quem pretende assistir à Globo durante a tarde, vale conhecer o que está por trás da atração e entender por que o encontro aparentemente improvável entre duas vizinhas sustenta toda a trama.
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A Lista é o filme da Sessão da Tarde desta sexta-feira (11)
A Globo exibe A Lista na Sessão da Tarde desta sexta-feira, 11 de setembro.
A comédia dramática brasileira é protagonizada por Lilia Cabral e Giulia Bertolli. As duas são mãe e filha na vida real, mas interpretam personagens de idades, personalidades e momentos de vida bastante diferentes.
Lilia vive Laurita, uma professora aposentada que mora em Copacabana, no Rio de Janeiro. Giulia interpreta Amanda, uma jovem cantora lírica que vive no mesmo edifício.
As duas não começam a história como amigas.
A aproximação surge por circunstâncias do cotidiano e transforma gradualmente uma relação entre vizinhas em algo muito mais profundo.
Laurita carrega experiências acumuladas durante décadas, além de lembranças e questões que ainda influenciam a maneira como observa o presente. Amanda, por outro lado, encara inseguranças e escolhas próprias de outra etapa da vida.
A diferença de idade poderia manter as duas afastadas, mas acaba fazendo justamente o contrário.
À medida que passam mais tempo juntas, Laurita e Amanda descobrem que a distância entre suas gerações não impede que compartilhem medos, frustrações e expectativas.
Esse é o ponto de partida de A Lista, produção que chega à Sessão da Tarde depois de já ter sido exibida pela própria Globo em horário nobre.
O longa estreou na televisão em fevereiro de 2025 e tem direção artística de José Alvarenga Jr.
O que acontece em A Lista?
A história concentra boa parte de sua força na relação entre Laurita e Amanda.
Laurita vive uma fase em que sua rotina parece bastante definida. Depois de anos dedicados ao trabalho e às próprias responsabilidades, ela precisa lidar com o envelhecimento e com questões que permaneceram guardadas.
Amanda representa quase o extremo oposto.
Mais jovem, ela ainda está tentando organizar sua vida profissional, suas relações e aquilo que espera do futuro.
O convívio entre as duas cria situações bem-humoradas, mas também abre espaço para conversas mais delicadas.
Aos poucos, histórias antigas vêm à tona e modificam a maneira como as personagens enxergam uma à outra.
O roteiro evita transformar a diferença de idade apenas em motivo para piadas. A relação funciona principalmente para mostrar como pessoas que vivem fases completamente distintas podem reconhecer sentimentos semelhantes umas nas outras.
É justamente essa combinação de humor e emoção que conduz o filme escolhido para a Sessão da Tarde.
A trama também expande bastante o universo das protagonistas. Amigos, parentes e moradores de Copacabana passam a participar da história, permitindo que o filme vá além dos encontros entre Laurita e Amanda.
Filme da Sessão da Tarde nasceu de uma peça de teatro
Antes de chegar à televisão, A Lista já havia construído uma trajetória nos palcos.
A história foi escrita por Gustavo Pinheiro e começou de maneira bastante incomum. A primeira apresentação com Lilia Cabral e Giulia Bertolli ocorreu em 2020, durante o período da pandemia de Covid-19.
Naquele momento, mãe e filha atuaram em um teatro sem público presencial.
A apresentação era captada por câmeras e transmitida pela internet, formato utilizado por diferentes artistas durante o período em que os teatros precisaram permanecer fechados.
Com a retomada das apresentações presenciais, A Lista também chegou aos palcos tradicionais.
O espetáculo passou a ser apresentado para plateias e conquistou público suficiente para ganhar novas temporadas.
Segundo informações divulgadas pela própria Globo quando anunciou a adaptação audiovisual, mais de 50 mil espectadores haviam acompanhado a peça presencialmente desde 2022.
Foi justamente uma apresentação teatral que despertou o interesse de José Alvarenga Jr. em transformar aquela história em filme.
A ideia exigia mais do que simplesmente registrar a peça com câmeras.
No teatro, Lilia Cabral e Giulia Bertolli sustentavam praticamente toda a narrativa.
Para a versão que agora será vista na Sessão da Tarde, o universo foi ampliado.
Personagens que antes existiam apenas nas conversas das protagonistas ganharam rosto, voz e histórias próprias.
Elenco reúne veteranos conhecidos da Globo
Lilia Cabral e Giulia Bertolli permanecem como o centro de A Lista, mas a adaptação ganhou um elenco muito maior.
Tony Ramos, Letícia Colin, Zezeh Barbosa, Guida Vianna, Bia Montez, Rosamaria Murtinho, Betty Faria, Tony Tornado, Reginaldo Faria e Anselmo Vasconcellos estão entre os nomes envolvidos na produção.
Também aparecem Cláudio Gabriel, Eber Inácio e Vitor Britto.
A ampliação do elenco foi uma das principais mudanças feitas para levar a história do palco para as telas.
No teatro, muitos desses personagens eram conhecidos apenas pelas referências feitas por Laurita e Amanda. No filme, o público consegue vê-los e acompanhar diretamente parte dessas relações.
Essa transformação faz com que A Lista não pareça simplesmente uma peça filmada.
O longa utiliza os recursos do audiovisual para mostrar ambientes, ruas, encontros e personagens que antes existiam apenas na imaginação do espectador.
Copacabana também ganha uma participação importante.
O bairro carioca é mais do que o endereço das protagonistas. Suas ruas, edifícios e moradores ajudam a construir o ambiente em que Laurita e Amanda vivem.
Para quem acompanhar a Sessão da Tarde, essa presença torna a produção imediatamente reconhecível como uma história brasileira e, particularmente, carioca.

Por que vale assistir à Sessão da Tarde desta sexta-feira?
A atração desta sexta pode interessar principalmente a quem gosta de histórias centradas em personagens.
A Lista não depende de perseguições, grandes reviravoltas de ação ou efeitos especiais para prender a atenção.
O principal conflito está nas pessoas.
Laurita e Amanda precisam entender uma à outra ao mesmo tempo em que tentam organizar sentimentos e acontecimentos de suas próprias vidas.
A diferença geracional também permite que o roteiro trabalhe questões reconhecíveis para públicos de idades distintas.
Laurita possui preocupações relacionadas ao passar do tempo, às escolhas feitas e aos vínculos acumulados durante a vida.
Amanda olha para um futuro que ainda está sendo construído.
Apesar disso, ambas percebem que certas dúvidas não pertencem exclusivamente a uma idade.
Solidão, necessidade de afeto, medo de mudanças e desejo de ser compreendido podem surgir em qualquer momento.
Essa universalidade é um dos principais motivos pelos quais a história conseguiu migrar do teatro para um formato destinado a uma audiência muito maior.
A química entre Lilia Cabral e Giulia Bertolli também desperta curiosidade.
A relação real de mãe e filha poderia facilitar algumas cenas, mas as personagens não reproduzem simplesmente esse vínculo.
Na ficção, Laurita e Amanda começam como duas mulheres que dividem um prédio e precisam construir sua intimidade aos poucos.
Para o espectador da Sessão da Tarde, observar essa dinâmica é parte importante da experiência.
Outro atrativo está no elenco de apoio.
Tony Ramos, Betty Faria, Rosamaria Murtinho e Reginaldo Faria são nomes ligados a décadas de produções da televisão brasileira.
A presença desses atores acrescenta familiaridade ao longa e reforça sua conexão com a história da dramaturgia da Globo.
A Lista mistura comédia e assuntos mais delicados
Embora seja apresentada como uma comédia dramática, A Lista não procura provocar risadas o tempo inteiro.
O humor surge principalmente das personalidades e das situações enfrentadas pelos personagens.
Em outros momentos, o longa assume um tom mais emocional.
A convivência entre Laurita e Amanda abre portas para lembranças que estavam adormecidas e para conversas que talvez não acontecessem sem aquela amizade inesperada.
O filme também fala sobre envelhecimento sem restringir Laurita à condição de uma mulher idosa.
Ela possui desejos, opiniões, contradições e histórias próprias.
Da mesma forma, Amanda não aparece apenas como uma jovem responsável por movimentar a rotina da vizinha.
Ela também enfrenta suas vulnerabilidades.
Esse equilíbrio ajuda a evitar uma relação em que apenas uma personagem ensina e a outra aprende.
As duas são transformadas pelo convívio.
É uma proposta que combina com o tipo de produção que costuma funcionar na Sessão da Tarde, pois aborda temas familiares sem abandonar conflitos capazes de interessar ao público adulto.
O longa tem aproximadamente 1 hora e 31 minutos de duração e classificação indicativa de 12 anos.
Sessão da Tarde encerra semana com produção nacional
A escolha de A Lista também fecha uma semana bastante diversificada na programação vespertina da Globo.
A Sessão da Tarde começou a semana com Toy Story 2, animação da Pixar exibida na segunda-feira, 7 de setembro.
Na terça-feira (8), a atração foi Casamento Grego 3, com a família Portokalos retornando para uma viagem à Grécia.
Quarta-feira (9) teve InfiniMundo, fantasia brasileira ambientada em um universo peculiar.
Na quinta-feira (10), a programação reservou espaço para Meu Bolo Favorito, romance protagonizado por uma mulher de 70 anos que decide enfrentar a solidão.
A sexta-feira fecha esse ciclo novamente com cinema brasileiro.
Em A Lista, porém, a fantasia de quarta dá lugar a uma história urbana e muito mais próxima do cotidiano.
Copacabana, os vizinhos, os amigos e as diferenças entre gerações assumem o centro da narrativa.
A sequência mostra uma tentativa da Sessão da Tarde de oferecer gêneros diferentes durante a mesma semana.
Para o público, isso significa encontrar desde animação familiar até produções brasileiras que tiveram origem no circuito teatral.
Que horas começa a Sessão da Tarde desta sexta-feira (11)?
A Sessão da Tarde ocupa a faixa vespertina da Globo de segunda a sexta-feira.
O início pode variar alguns minutos conforme a programação do dia e também de acordo com eventuais ajustes realizados pelas afiliadas.
Quem pretende assistir a A Lista nesta sexta-feira deve consultar a grade da Globo em sua região e acompanhar a emissora um pouco antes do horário previsto para não perder o começo.
A introdução é especialmente importante para entender quem são Laurita e Amanda e por que duas vizinhas tão diferentes começam a fazer parte da rotina uma da outra.
O filme tem cerca de 91 minutos e oferece uma história completa em um período relativamente curto.
Para quem procura cinema brasileiro durante a tarde, a atração reúne ainda um elenco pouco comum em uma única produção.
Lilia Cabral e Giulia Bertolli conduzem a trama, enquanto veteranos como Tony Ramos, Betty Faria, Rosamaria Murtinho, Reginaldo Faria e Tony Tornado aparecem ao longo da história.
Assim, quem estava procurando qual filme passa na Sessão da Tarde de sexta-feira, 11 de setembro, já pode se programar.
A Globo escolheu A Lista para encerrar a semana da Sessão da Tarde, levando à televisão uma comédia dramática brasileira sobre o encontro entre duas gerações e as mudanças que podem começar justamente quando alguém inesperado entra em nossa rotina.
Imagem: Reprodução Globo




