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The End of the F***ing World | Com James, 2ª temporada ficou melhor do que o esperado

The End of the F***ing World | Com James, 2ª temporada ficou melhor do que o esperado

 

Contando com um trio de protagonistas com personalidades distintas, segunda temporada apresenta uma trama tão envolvente quanto a primeira

 

A segunda temporada de The End of the F***ing World já está entre nós. Sendo assim, tivemos a resposta para uma das maiores perguntas: James morreu ou não? De fato a Netflix deixou todo mundo com a pulga atrás da orelha ao liberar um trailer e imagens promocionais sem o personagem, interpretado por Alex Lawther.

Mas a verdade veio à tona, e ficamos sabendo bem no comecinho da temporada que James sobreviveu ao tiro. Por outro lado, todo o processo de recuperação foi o que mais chamou a atenção. A segunda temporada de The End of the F***ing World não mostra apenas o dilema de Alyssa (Jessica Barden) voltando a morar com a mãe, mas sim a evolução de James como um homem que deve seguir a sua própria vida… sozinho.

 

The End of the F***ing World | Com James, 2ª temporada ficou melhor do que o esperado

 

Esqueça tudo o que você sabia sobre o James da primeira temporada. O cara antissocial e com tendências psicóticas morreu após ter levado um tiro da polícia. Prepare-se pra ver um personagem que evoluirá para um grau de maturidade jamais esperado. Claro que o jeitão atrapalhado, característica marcante de James, ainda está ali presente.

Com isso, podemos dizer que a presença de James fez com que a trama da segunda temporada da série fluísse de forma natural e tão empolgante quanto a da primeira.

 

Três protagonistas ao invés de dois

Desde o início todos pensavam que a série daria a atenção total à Alyssa. No entanto, todos erraram feio (até nós erramos… e bem feio). Já sabíamos que uma nova personagem, a Bonnie (Naomi Ackie) entraria na trama. Por outro lado, ninguém imaginaria que ela teria um papel tão importante e emblemático. O trio Alyssa, James e Bonnie nos coloca de frente a três pontos de vista completamente diferentes, isso no quesito “vida completamente fodida e sem esperanças”.

Cada um deles carrega uma cruz, apresentam feridas abertas e buscam por uma saída dessa vida decadente em que vivem. Entretanto, algo conecta os três e os coloca no mesmo barco: todos carregam traumas pesados em relação aos seus pais.

 

The End of the F***ing World | Com James, 2ª temporada ficou melhor do que o esperado

 

A narrativa da segunda temporada de The End of the F***ing World é bem similar à da primeira. A grande diferença fica mesmo pela presença de um terceiro protagonista, que agrega um valor incontestável e se mostra fundamental para que a história exista.

 

Será que teremos uma terceira temporada?

Agora voltamos ao mesmo questionamento levantado há dois anos atrás. A série pode ter uma sequência? Será produzida uma terceira temporada? Ou quem sabe um spin-off? Afinal, a showrunner Charlie Covell antes tinha achado impossível fazer uma segunda temporada, voltando atrás meses depois.

No entanto, em uma declaração recente, Covell já expressou que não tem intenções de escrever uma sequência para a série. Ela acredita que agora sim temos um final adequado e que, se for pra colocar mais alguma coisa, tudo pode ser arruinado. Ou seja, uma resposta que deixa bem clara a mínima possibilidade de uma continuação acontecer.

 

Eu acho que às vezes é bom parar as coisas e espero que, quando você vê o final, concorde com isso. Acho que você pode até tentar falar sobre mais coisas, mas isso parece de fato um fim real. Desculpe“, disse Covell.

 

 

Em tempo, as duas temporadas completas de The End of the F***ing World encontram-se disponíveis no catálogo da Netflix. A série é uma adaptação do quadrinho homônimo de Charles Forsman.

 

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Publicitário, cosplayer, gamer, otaku, viciado em séries e colecionador de action figures. Um mix de tudo o que um verdadeiro geek pode ser. Vivendo a vida intensamente a cada segundo, mantendo-se sempre antenado nas novidades desse incrível e expansivo universo. Um pernambucano de nascimento e paulista de coração.

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