Tem na Netflix! ‘Ragnarok’ é a série perfeita para fãs de mitologia nórdica

A Netflix renovou a série para a terceira e última temporada no final do ano passado. Os novos episódios ainda não têm data de lançamento.

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“Ragnarok” estreou em 2020 na Netflix e, inspirada na mitologia nórdica, a história acompanha a jornada de Magne Seier (David Stakston), um jovem comum que descobre ser a reencarnação de Thor. A produção mostra o conflito entre o  deus do trovão e os Jotun, uma raça de gigantes. Os vilões sempre estiveram presentes na terra, e são responsáveis pela maioria dos conflitos humanos; neste caso, o aquecimento global.

Magne é um adolescente disléxico e com dificuldade de fazer amigos que se muda com a mãe e o irmão, Laurits (Jonas Strand Gravli). Na pequena cidade de Edda, na Noruega, ele descobre seu verdadeiro destino e passa por um longo processo até entender como usar os poderes para o bem.

A série ganhou uma segunda temporada em 27 de maio de 2021. A terceira e última temporada ainda não tem data de estreia. 

Confira abaixo cinco motivos para assistir “Ragnarok”:

Mitologia nórdica

Ragnarok, na mitologia nórdica, significa a catástrofe e o fim dos tempos. Apesar da releitura, a série resgata as histórias verdadeiras de Thor, Loki, Odin, Freya, os Vikings e os gigantes, mantendo-se fiel às lendas originais.

Ainda assim, a relação com a mitologia não impede que o seriado explore os personagens de forma moderna. A série  mostra a perda de contato dos humanos com as lendas e a humanidade dentro dos gigantes, que cada vez mais se distanciam da própria natureza.

Noruega

Ragnarok é apenas a segunda série em língua norueguesa da Netflix, depois de “Namorado de Natal” (2019). Dessa forma, assistir “Ragnarok” é uma ótima oportunidade de explorar a cultura e idioma do país, além de entender como a vida funciona em uma cidade pequena em um dos países mais desenvolvidos do mundo.

Além disso, a fotografia e paisagens incríveis dos fiordes e geleiras constroem a estética da produção.

Meio ambiente

A trama inicial da série é construída a partir das Indústrias Jutul, empresa da família mais influente de Edda, que, mais tarde, são revelados como gigantes. Ao longo dos milênios, eles foram responsáveis pelos conflitos humanos, como guerras, pragas e, atualmente, o aquecimento global.

O debate sobre mudança climática e contaminação das águas permeia toda a série. A fantasia, portanto, mistura-se com a realidade, estimulando o debate sobre o meio ambiente. 

Desenvolvimento dos personagens

As duas temporadas têm seis episódios cada e, ao longo da trama, os personagens principais são bem desenvolvidos pela série. Magne é o exemplo mais notável: precisa aprender a lidar com os novos poderes e responsabilidades, além de entender como os conceitos de bem e mal se encaixam em uma situação de guerra.

Fjor Jutul (Herman Tømmeraas), gigante e herdeiro das Indústrias Jutul, também precisa decidir o próprio caminho depois de se apaixonar por Gry (Emma Bones), uma simples humana.

Final aberto

Para quem gosta de um final inconclusivo, “Ragnarok” é a série perfeita. A primeira temporada acabou completamente em aberto, e embora o conflito principal não tenha sido  resolvido, a segunda parte resolve muitas dúvidas, assim como a terceira temporada deve fazer. 

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