O aguardado desfecho de Peaky Blinders chegou ao público em formato cinematográfico com Peaky Blinders: O Homem Imortal, produção da Netflix que encerra uma das narrativas mais marcantes da televisão contemporânea. Com um tom mais sombrio e definitivo, o longa entrega exatamente o que os fãs esperavam: tensão constante, conflitos internos devastadores e um alto número de mortes relevantes.
Ambientado durante a Segunda Guerra Mundial, o filme mergulha em um cenário de caos e transformação, refletindo diretamente o estado emocional de seus personagens. A história não apenas conclui a trajetória de Thomas Shelby, como também redefine o futuro da família Shelby, deixando claro que o fim de uma era não significa o encerramento do legado.
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Neste artigo, você confere uma análise completa, em tom jornalístico e aprofundado, sobre quem sobrevive, quem morre e o que essas decisões significam para o universo da franquia.
Antes de detalhar quem vive e quem morre, é importante entender o contexto narrativo de Peaky Blinders: O Homem Imortal.
Desde os primeiros minutos, o filme estabelece um clima de fim iminente. Diferente das temporadas anteriores, onde sempre havia espaço para reviravoltas estratégicas, aqui a sensação predominante é de inevitabilidade. As escolhas feitas ao longo da série finalmente cobram seu preço.
Um mundo em colapso
A Segunda Guerra Mundial funciona como pano de fundo e metáfora. Assim como o mundo está em guerra, os personagens também enfrentam batalhas internas e externas.
O fim da ilusão de controle
Tommy Shelby, que sempre foi retratado como um estrategista impecável, perde gradualmente o controle da situação. Isso impacta diretamente o destino daqueles ao seu redor.
Quem sobrevive em Peaky Blinders: O Homem Imortal?
Apesar do alto número de mortes, alguns personagens conseguem atravessar o caos e permanecem vivos — desempenhando papéis importantes para o futuro da história.
Duke Shelby: o herdeiro do império
Interpretado por Barry Keoghan, Duke é, sem dúvida, o personagem mais importante entre os sobreviventes.
Ele não apenas sobrevive, como assume o controle da família Shelby após os eventos finais.
Um líder em formação
Duke representa uma nova geração, mais impulsiva e menos estratégica. Sua sobrevivência indica que o legado dos Peaky Blinders continuará, mas sob uma nova perspectiva.
Kaulo: a presença enigmática
Vivida por Rebecca Ferguson, Kaulo também sobrevive ao final.
Sua ligação com o passado de Tommy e sua influência sobre Duke sugerem que ela continuará sendo uma peça fundamental no futuro da narrativa.
Entre o espiritual e o manipulador
Kaulo atua como guia e manipuladora, transitando entre o místico e o psicológico. Sua sobrevivência reforça o elemento simbólico da história.
Aliados leais permanecem vivos
Personagens secundários, mas importantes, também sobrevivem:
Charlie Strong
Johnny Dogs
Curly
Hayden Stagg
Esses nomes representam a base da organização, aqueles que mantêm a estrutura funcionando mesmo após a queda de seu líder.
A importância dos sobreviventes
A permanência desses personagens indica que, embora a liderança mude, a essência dos Peaky Blinders ainda existe.
Quem morre no filme?
Se a lista de sobreviventes é significativa, a de mortes é ainda mais impactante — especialmente pelo peso emocional de cada perda.
Thomas Shelby: o fim de uma era
O destino de Thomas Shelby é, sem dúvida, o ponto central do filme.
Sim, Tommy morre.
Uma morte simbólica
Após derrotar o vilão, Tommy é gravemente ferido. Em seus momentos finais, pede para que Duke acabe com seu sofrimento.
Pai e filho
Duke executa o próprio pai, em uma cena carregada de emoção. O ato simboliza:
Libertação do sofrimento
Transferência de poder
Encerramento definitivo do ciclo
Essa escolha narrativa transforma a morte de Tommy em um dos momentos mais marcantes de toda a franquia.
Ada Shelby: uma perda devastadora
Ada Shelby tem um dos destinos mais trágicos do filme.
Ela é assassinada a tiros por Beckett, em uma cena abrupta e chocante.
O ponto de virada
A morte de Ada é o evento que tira Tommy do isolamento e o força a agir. Narrativamente, funciona como catalisador para o clímax.
Arthur Shelby: revelação chocante
Arthur Shelby já está morto antes dos eventos principais.
No entanto, o filme revela algo ainda mais perturbador: Tommy foi responsável por sua morte.
Culpa irreversível
Essa revelação redefine completamente o personagem, mostrando que ele ultrapassou limites que nem mesmo ele pode justificar.
Beckett: o vilão derrotado
Interpretado por Tim Roth, Beckett encontra seu fim nas mãos de Tommy.
Um fim direto
Tommy atira na cabeça do vilão durante o confronto final, encerrando sua ameaça de forma definitiva.
Justiça ou vingança?
A morte de Beckett pode ser interpretada como ambos — uma punição pelos crimes cometidos e uma forma de vingança pessoal.
Outras mortes ao longo da trama
O filme também apresenta diversas mortes secundárias:
Soldados em confrontos
Aliados de Beckett
Civis afetados pela guerra
Essas perdas reforçam o clima de brutalidade constante.
O significado das mortes
Mais do que choques narrativos, as mortes em Peaky Blinders: O Homem Imortal têm um papel simbólico importante.
O fim da família Shelby como conhecemos
Com a morte de figuras centrais, a estrutura familiar é completamente transformada.
Uma nova configuração
O que resta não é a família original, mas uma nova versão dela — moldada pelas perdas.
Consequências inevitáveis
O filme reforça a ideia de que todas as escolhas têm consequências.
Tommy construiu um império, mas também criou as condições para sua própria queda.
O legado de Tommy Shelby
Mesmo morto, Thomas Shelby continua sendo a figura central da narrativa.
Um legado ambíguo
Tommy deixa para trás:
Poder
Trauma
Influência
Conflitos não resolvidos
Entre glória e destruição
Seu legado não é heroico nem vilanesco — é complexo, como o próprio personagem.
O futuro da franquia
Apesar do fim de Tommy, o universo de Peaky Blinders continua em expansão.
Nova geração
Com Duke no comando, há espaço para novas histórias.
Continuidade narrativa
A próxima fase deve explorar:
Consequências das decisões de Tommy
Consolidação de Duke como líder
Mudanças no cenário político e social
Expansão do universo
O criador Steven Knight já confirmou novos projetos ambientados nos anos 1950.
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