Novo Peaky Blinders se passa nos anos 1950; saiba tudo sobre a série

O universo de Peaky Blinders está longe de terminar. Após o sucesso estrondoso da série original e a expansão recente com o filme Peaky Blinders: O Homem Imortal, a franquia prepara uma nova fase — e ela promete ser ainda mais ambiciosa. Ambientada na década de 1950, a nova produção levará a história da família Shelby para um período marcado por transformações sociais, reconstrução pós-guerra e novas disputas de poder.
Com uma mudança de protagonista, salto temporal significativo e uma abordagem mais madura, a continuação já desperta curiosidade entre fãs e críticos.
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A nova fase de Peaky Blinders: o que muda?
Um salto no tempo e uma nova geração
A principal mudança na nova série é o salto temporal. A história agora se passa cerca de uma década após os eventos do filme, situando-se nos anos 1950 — um período profundamente diferente daquele retratado na série original.
Se antes o foco estava no pós-Primeira Guerra Mundial, agora o cenário é o pós-Segunda Guerra Mundial. Essa transição abre espaço para novas tensões políticas, econômicas e sociais, refletindo um mundo em reconstrução.
Duke Shelby assume o protagonismo
O centro da narrativa deixa de ser Thomas Shelby, vivido por Cillian Murphy, e passa para seu filho, Duke Shelby.
Interpretado agora por Jamie Bell, o personagem representa uma nova geração da família — mais jovem, mas igualmente marcada por ambição e violência.
Quem é Duke Shelby?
A evolução do personagem
Duke foi introduzido como uma figura promissora no universo da série, mas ainda pouco explorada. Agora, ele assume o papel central, trazendo consigo uma perspectiva diferente da de seu pai.
Um protagonista mais imprevisível
Comparação com Thomas Shelby
Thomas Shelby era calculista, estratégico e frequentemente introspectivo. Já Duke, segundo as primeiras informações divulgadas, tende a ser mais impulsivo e agressivo.
Um novo tipo de liderança
Essa diferença de personalidade pode redefinir a dinâmica da família Shelby, criando conflitos internos e novas alianças.

O contexto histórico dos anos 1950
Reconstrução e tensão
A década de 1950 foi marcada por reconstrução econômica e mudanças sociais profundas. No Reino Unido, cidades como Birmingham passaram por transformações significativas.
O impacto da guerra na narrativa
A Segunda Guerra Mundial deixou marcas profundas na sociedade, e a nova série deve explorar:
- Trauma coletivo
- Reconfiguração de poder
- Crescimento de novas organizações criminosas
A trama: o que esperar da história?
Disputa por poder em um novo cenário
A sinopse oficial indica que a reconstrução de Birmingham será o pano de fundo para uma nova guerra de influência.
Um mundo mais complexo e perigoso
Novos inimigos
Com o fim de antigas rivalidades, surgem novos adversários — possivelmente mais organizados e perigosos.
Expansão do crime
A série deve explorar como o crime evoluiu no pós-guerra, incluindo conexões internacionais.
Elenco: quem está confirmado?
Jamie Bell como protagonista
A escolha de Jamie Bell como Duke Shelby marca uma nova fase para a franquia.
Mudança de ator no papel
No filme, Duke foi interpretado por Barry Keoghan. A troca de ator reflete a passagem do tempo e a nova abordagem da série.
Possíveis retornos
Embora não confirmados, é possível que personagens antigos façam participações especiais, mantendo a conexão com a série original.
Produção e estrutura
Duas temporadas já planejadas
A nova série já nasce com duas temporadas confirmadas, cada uma com seis episódios.
Continuidade da identidade visual
A produção deve manter o estilo característico da franquia, incluindo:
- Fotografia sombria
- Trilha sonora marcante
- Narrativa intensa

A evolução da franquia
Do sucesso inicial à expansão global
Desde sua estreia, Peaky Blinders se tornou um fenômeno global, impulsionado pela distribuição em plataformas como a Netflix.
O papel do filme na transição
Peaky Blinders: O Homem Imortal funciona como uma ponte entre a série original e a nova fase, encerrando arcos e preparando o terreno para o futuro.
Temas que devem ser explorados
Legado e sucessão
A transição de poder dentro da família Shelby será um dos temas centrais.
Identidade e transformação
Duke representa uma nova geração tentando se afirmar em um mundo diferente.
Moralidade e ambição
Assim como na série original, a linha entre certo e errado deve continuar sendo explorada.
Comparação com a série original
O que permanece
- Estilo narrativo
- Foco em personagens complexos
- Conflitos intensos
O que muda
- Período histórico
- Protagonista
- Dinâmica familiar
Expectativas do público e da crítica
Alta expectativa dos fãs
A base de fãs da série original é extremamente fiel, o que aumenta a pressão sobre a nova produção.
Desafios da continuidade
Manter a qualidade sem o protagonismo de Thomas Shelby será um dos maiores desafios.
O impacto cultural de Peaky Blinders
Influência além da televisão
A série influenciou moda, comportamento e até linguagem, tornando-se um fenômeno cultural.
Continuidade desse impacto
A nova fase tem potencial para renovar esse impacto, especialmente entre novas gerações.
O futuro da franquia
A nova fase de Peaky Blinders representa um passo ousado na evolução da franquia. Ao apostar em um novo protagonista, um período histórico diferente e uma abordagem renovada, a série busca manter sua relevância em um cenário cada vez mais competitivo.
Com Jamie Bell liderando o elenco e uma narrativa ambientada em um dos períodos mais complexos do século XX, a produção tem todos os elementos para conquistar o público novamente.
Resta saber se Duke Shelby conseguirá carregar o legado de seu pai — e se o mundo dos Peaky Blinders continuará tão fascinante quanto antes.
Vale a pena esperar pela nova série?
Para fãs antigos
A resposta é sim. A nova produção promete expandir o universo de forma significativa.
Para novos espectadores
A série pode servir como ponto de entrada, embora conhecer a história original enriqueça a experiência.




