Qual filme a Globo vai exibir na Sessão da Tarde hoje, 11 de setembro?

Duas mulheres moram no mesmo prédio, pertencem a gerações completamente diferentes e, à primeira vista, têm poucos motivos para fazer parte da vida uma da outra. É desse encontro inesperado que nasce a atração escolhida pela Globo para a Sessão da Tarde desta sexta-feira, 11 de setembro.
A produção brasileira mistura comédia e drama enquanto aborda amizade, envelhecimento, relações familiares e a capacidade de reconstruir vínculos. O elenco também reúne diversos rostos conhecidos da televisão nacional, incluindo duas atrizes que possuem uma ligação especial fora das telas.
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A Sessão da Tarde desta sexta ainda encerra uma semana bastante variada na Globo, que passou por animação, comédia, fantasia e romance antes de reservar o último dia para uma história ambientada em Copacabana, no Rio de Janeiro.
Para quem quer descobrir qual filme passa na Sessão da Tarde hoje, a resposta está logo abaixo, junto com detalhes da trama, elenco, bastidores e informações importantes antes da exibição.
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A Lista é o filme da Sessão da Tarde desta sexta-feira (11)
A Globo escolheu A Lista para a Sessão da Tarde desta sexta-feira, 11 de setembro de 2026.
A produção tem Lilia Cabral como Laurita, uma professora aposentada que vive em Copacabana e leva uma rotina marcada por hábitos já bastante estabelecidos.
Do outro lado da história está Amanda, interpretada por Giulia Bertolli. Ela é uma jovem cantora lírica que mora no mesmo edifício.
As duas pertencem a universos diferentes.
Laurita carrega décadas de experiências, lembranças, conflitos familiares e decisões tomadas ao longo da vida. Amanda ainda tenta definir alguns dos caminhos que pretende seguir.
Uma situação aparentemente cotidiana faz com que as duas passem a se encontrar com maior frequência.
Amanda começa ajudando Laurita com tarefas como as compras de supermercado. A partir dessas pequenas interações, surge uma aproximação que nenhuma das duas parecia procurar.
A relação cresce pouco a pouco.
Ao mesmo tempo em que descobrem mais sobre a vida uma da outra, Laurita e Amanda começam a enfrentar sentimentos, acontecimentos antigos e assuntos que estavam longe de ser resolvidos.
Essa é a base de A Lista, comédia dramática que ocupa a Sessão da Tarde e aposta menos em grandes acontecimentos e mais no impacto que uma pessoa pode provocar na trajetória da outra.
Lilia Cabral e Giulia Bertolli são mãe e filha na vida real
Existe uma curiosidade importante por trás das protagonistas.
Lilia Cabral e Giulia Bertolli são mãe e filha fora das telas.
No filme, entretanto, o parentesco desaparece completamente. Laurita e Amanda são apenas vizinhas quando a história começa.
Essa escolha cria uma dinâmica diferente.
Embora as duas atrizes tenham intimidade na vida pessoal, precisam construir diante das câmeras a relação de duas mulheres que praticamente não se conhecem.
Giulia já havia dividido o palco com a mãe antes da adaptação audiovisual.
A própria história de A Lista está diretamente ligada à parceria profissional das duas, iniciada anos antes de o filme chegar à televisão.
Para Lilia Cabral, o afeto construído entre Laurita e Amanda representa um dos elementos mais importantes da obra.
A atriz também destacou, durante a divulgação do longa, a simplicidade com que as duas personagens vão descobrindo a importância que passam a ter uma para a outra.
Esse relacionamento é justamente o motor do filme escolhido pela Sessão da Tarde.
A Lista fala de amizade, mas também de relações familiares
Apesar de Laurita e Amanda conduzirem a produção, A Lista não limita sua história à amizade das duas.
Uma das relações importantes envolve Carolina, filha de Laurita, vivida por Leticia Colin.
Mãe e filha possuem questões mal resolvidas e enfrentaram momentos difíceis anteriormente.
O filme explora essa distância sem transformar a situação em uma simples disputa familiar.
Existe afeto, mas também existem frustrações.
Segundo informações divulgadas pela Globo na época da estreia da produção, um dos conflitos está relacionado à ausência de Carolina em um momento particularmente delicado da vida de Laurita.
Esse passado interfere na relação atual entre as personagens.
A presença de Amanda acaba criando uma nova dinâmica na vida da aposentada e, indiretamente, também mexe com outras relações.
O filme procura mostrar que vínculos familiares nem sempre funcionam de maneira linear.
Pessoas podem se amar e, mesmo assim, guardar ressentimentos, discordar ou passar períodos distantes.
É justamente nesse cenário que uma amizade inesperada começa a ganhar importância.

Tony Ramos e outros veteranos ampliam o elenco
A dupla protagonista está cercada por um elenco numeroso.
Tony Ramos interpreta Antenor, personagem ligado ao passado de Laurita.
Leticia Colin vive Carolina, enquanto Zezeh Barbosa, Guida Vianna e Bia Montez interpretam mulheres próximas da protagonista.
O filme também reúne Rosamaria Murtinho, Betty Faria, Tony Tornado, Reginaldo Faria, Anselmo Vasconcellos, Cláudio Gabriel, Vitor Britto e Eber Inácio.
A quantidade de personagens é importante para entender como A Lista mudou ao passar do teatro para o audiovisual.
Na montagem original, o universo era muito mais concentrado nas duas protagonistas.
No filme, várias pessoas que antes existiam apenas nas histórias e lembranças de Laurita e Amanda finalmente aparecem.
Com isso, o espectador da Sessão da Tarde consegue conhecer melhor o ambiente social e familiar que cerca as personagens.
História surgiu no teatro durante a pandemia
A trajetória de A Lista começou antes da versão que será apresentada na Sessão da Tarde.
O texto foi escrito por Gustavo Pinheiro e ganhou sua primeira montagem em 2020, período em que a pandemia de Covid-19 mantinha os teatros fechados para o público.
A solução encontrada foi utilizar o próprio palco, mas de uma maneira diferente.
Lilia Cabral e Giulia Bertolli apresentavam a história dentro de um teatro vazio, enquanto câmeras transmitiam a atuação pela internet.
Na prática, o projeto ficou entre duas linguagens.
Continuava sendo teatro porque a interpretação acontecia ao vivo no palco, mas chegava ao espectador por meio de uma transmissão audiovisual.
Quando as atividades presenciais voltaram a ser possíveis, a montagem ganhou uma nova fase.
A peça passou a receber público nos teatros e alcançou mais de 50 mil espectadores presencialmente a partir de 2022, segundo números divulgados pela Globo.
Foi durante essa trajetória que surgiu a ideia de transformar a história em filme.
José Alvarenga Jr. assistiu à montagem e percebeu que o universo de Laurita e Amanda poderia ser ampliado para as telas.
O desafio era justamente evitar que o resultado parecesse apenas uma gravação da peça.
A adaptação precisava explorar recursos que o palco não oferecia.
O roteiro audiovisual permaneceu nas mãos de Gustavo Pinheiro, com colaboração de Giulia Bertolli e supervisão de texto de Marcelo Saback.
José Alvarenga Jr. assumiu a direção.
Copacabana ganhou importância na adaptação para as telas
Uma das principais mudanças feitas na versão audiovisual de A Lista foi ampliar o mundo que existia em torno das protagonistas.
Isso inclui Copacabana.
No teatro, diversos espaços precisavam ser sugeridos pelos diálogos ou imaginados pelo público.
Com as câmeras, o bairro onde Laurita mora pôde finalmente aparecer.
Copacabana não funciona apenas como um endereço.
A diversidade de pessoas, prédios, gerações e estilos de vida ajuda a reforçar a principal ideia do filme: diferentes histórias podem existir a poucos metros umas das outras sem que seus protagonistas realmente se conheçam.
Laurita e Amanda representam exatamente essa situação.
As duas compartilham o mesmo edifício, mas a proximidade física não significa que tenham intimidade.
É somente quando acontecimentos cotidianos obrigam as personagens a conversar que essa barreira começa a desaparecer.
O autor Gustavo Pinheiro chegou a descrever Copacabana, durante a divulgação do filme, como uma espécie de representação da diversidade brasileira.
A adaptação utiliza essa característica para ampliar uma história que anteriormente acontecia essencialmente por meio das conversas entre duas atrizes.
Os moradores do prédio também ganharam espaço.
Assim, o universo de A Lista ficou maior sem abandonar a relação entre Laurita e Amanda como centro emocional.
Por que assistir ao filme da Sessão da Tarde?
A Sessão da Tarde desta sexta-feira pode agradar especialmente a quem prefere filmes baseados em personagens, diálogos e situações reconhecíveis do cotidiano.
A Lista não é uma aventura de ritmo acelerado.
O principal interesse está em acompanhar como duas pessoas diferentes passam a baixar suas defesas e compreender melhor uma à outra.
O contraste de gerações cria humor, mas também serve para levantar questões mais profundas.
Laurita está em uma etapa da vida na qual muitas escolhas importantes já foram feitas. Ainda assim, isso não significa que sua história esteja concluída.
Amanda está começando outros ciclos e também possui suas incertezas.
A convivência mostra que idade não elimina dúvidas, medos ou a necessidade de companhia.
Essa característica pode ampliar bastante a identificação do público da Sessão da Tarde.
O espectador mais velho pode encontrar questões próximas à realidade de Laurita.
Já pessoas mais jovens podem reconhecer dilemas apresentados pela trajetória de Amanda ou de Carolina.
A produção ainda tem um forte componente brasileiro.
Do cenário carioca ao elenco formado por artistas conhecidos de diferentes gerações, tudo contribui para afastar A Lista do formato de uma comédia genérica que poderia acontecer em qualquer país.
Outro ponto positivo é não exigir qualquer conhecimento anterior.
O filme possui uma história independente e pode ser acompanhado diretamente na televisão.
A Lista já passou na Globo antes?
Sim.
A exibição na Sessão da Tarde não será a primeira passagem de A Lista pela TV Globo.
O filme teve sua estreia na emissora em 17 de fevereiro de 2025, quando foi apresentado na Tela Quente.
A produção foi realizada pelo Núcleo de Filmes dos Estúdios Globo.
Agora, aproximadamente um ano e sete meses depois daquela primeira transmissão, o longa retorna à grade em uma faixa diferente.
A Sessão da Tarde também pode colocar a história diante de outro perfil de público.
Enquanto a Tela Quente ocupa a programação noturna, a sessão vespertina alcança pessoas que assistem televisão durante a tarde e famílias que procuram uma produção antes do início das novelas do começo da noite.
O filme tem aproximadamente 1 hora e 31 minutos de duração.
O tempo relativamente enxuto também favorece a presença na programação vespertina.
Que horas começa a Sessão da Tarde nesta sexta-feira?
A programação nacional consultada para sexta-feira, 11 de setembro, coloca a Sessão da Tarde na faixa próxima das 16h.
O horário, entretanto, pode apresentar pequenas diferenças conforme a afiliada da Globo.
Há grades regionais que indicam o início alguns minutos antes, enquanto outras mantêm a atração por volta das 16h.
Além disso, alterações extraordinárias na programação podem mudar o horário previsto.
Por isso, quem pretende acompanhar A Lista desde o começo deve verificar a grade local da Globo.

A recomendação é especialmente útil porque os primeiros momentos ajudam a estabelecer a personalidade de Laurita e as circunstâncias que aproximam Amanda da vizinha.
A Sessão da Tarde de sexta-feira, 11 de setembro, portanto, encerra a semana com uma produção nacional que transforma um encontro cotidiano em uma história sobre afeto, família e novas conexões.
Para quem estava se perguntando qual filme a Globo vai exibir na Sessão da Tarde hoje, 11 de setembro, a resposta é A Lista.
Lilia Cabral e Giulia Bertolli conduzem uma trama que começou nos palcos, cresceu para ganhar novos personagens e chegou às telas com um elenco que reúne várias gerações da dramaturgia brasileira.
Mais do que descobrir o que existe na lista mencionada pelo título, o público encontrará duas mulheres percebendo que mudanças importantes podem começar justamente através de alguém que estava muito mais perto do que imaginavam.
Imagem: Reprodução Globo




