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Entrevistamos Rodrigo Rossi, a poderosa voz da abertura de Dragon Ball Super

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Entrevistamos Rodrigo Rossi, a poderosa voz da abertura de Dragon Ball Super

Dragon Ball Super, Saint Seiya Omega e Lost Canvas são algumas das séries que contam com a voz de Rodrigo Rossi

 

No Brasil, os animes têm conquistado cada vez mais popularidade entre todos os consumidores de entretenimento, principalmente para os das plataformas de streaming, que podem nunca ter visto alguma dessas séries. Com essa popularidade crescente, animes com boa aceitação e audiência chegam também à TV aberta, como Dragon Ball Super, Z e Kai, Cavaleiros do Zodíaco, Yu Yu Hakusho, Shurato, Super Onze entre outros títulos.

Algumas adaptações são discutidas para tentarem atingir o maior público possível, principalmente em nossa língua materna para maior identificação, algo muito além de uma simples tradução. Isso pode ser desde uma adaptação da letra para que flua com coesão e harmonia na melodia, tomando todo o cuidado para não perder a essência do anime. Para isso, falamos com quem entende e muito desse assunto, possuindo diversas trilhas gravadas nesses últimos 10 anos.

 

Entrevistamos Rodrigo Rossi, a poderosa voz da abertura de Dragon Ball Super

 

Já imaginou você cantando uma música de abertura de Dragon Ball Super ou Cavaleiros do Zodíaco? Pois trouxemos alguém para inspirar! Entrevistamos o Rodrigo Rossi, o cantor que dá voz a músicas tema de tantos títulos que gostamos, como Saint Seiya – Lost Canvas ou o desafiador arco do torneio do poder em Dragon Ball Super. Então confira a abertura, pois ficou irada!

 

 

Abaixo você pode conferir a entrevista que fizemos com o Rodrigo Rossi, onde ele falou um pouco sobre seus trabalhos com as mais queridas aberturas que tanto amamos.

 

Entrevistamos Rodrigo Rossi, a poderosa voz da abertura de Dragon Ball Super

Os Cavaleiros do Zodíaco in Concert, no Anime Friends 2016.

 

Como você começou com canto e quais foram suas maiores influências para atuar nessa área?

Iniciei meus estudos de voz aos 12 anos, foi fundamental para escolher o caminho que eu queria seguir na minha vida. Minha adolescência foi marcada por algumas bandas e alguns álbuns que passaram fora do radar do grande público, mas isso mudou aos 2o ou 21 anos, quando eu gravei as músicas para Lost Canvas. E de lá pra cá isso só se amplificou, porque uma série gerou o convite para a próxima… e logo vieram Dragon Ball Kai, Cavaleiros Ômega, Alma de Ouro e agora o Dragon Ball Super.

No meio do caminho a tour com o In Concert foi com certeza um grande marco, um momento de amadurecer e ver o negócio por dentro, pensar de forma diferente sobre tudo. Um grande aprendizado ao lado do Mestre Renato Tribuzy. Juntos fizemos a Rec/All logo depois, que foi o catalisador do meu novo momento como músico e empresário. Hoje estou onde estou por conta da soma dessas experiências, por causa das pessoas que cruzaram meu caminho e que contribuíram com a minha caminhada. E agradeço por isso todos os dias.

 

Como aconteceu seu primeiro trabalho com aberturas de anime?

Veio com a série Os Cavaleiros do Zodíaco – The Lost Canvas. Eu brincava com uns amigos, que também são fãs da série, de fazer versões em português, mas na época de forma muito mais inocente. Esse papo me levou a estabelecer contato com os responsáveis pela série na época. Eu enviei minhas demos e minha proposta e fui aprovado para ser a nova voz dos Cavaleiros no Brasil.

Na turnê Cavaleiros do Zodíaco in Concert, como foi se apresentar com Ricardo Cruz (JAM Project), Larissa Tassi (ex-Larissa e William), Edu Falaschi (ex-Angra), Nobuo Yamada e Yumi Matsuzawa?

Essa turnê foi a realização de um sonho. Antes de sermos amigos e companheiros, todos eles foram ídolos meus. Rodar o Brasil fazendo shows ao lado deles foi incrível. Recontar a história dessa série tão amada, podendo escrever um novo capítulo dela que se concretizou na trilha sonora de Cavaleiros do Zodíaco: Ômega, foi melhor ainda. Nós tivemos momentos muito especiais juntos. Coroamos essa turnê com um show especial em que contamos com o Nobuo e a Yumi, no Anime Friends.

 

Sobre a coletânea comemorativa Anno: X, que traz seus 10 anos de músicas para aberturas oficiais de anime aqui no Brasil, quais surpresas podemos aguardar? Já tem algum evento marcado para divulgação e outras datas pelo Brasil?

Já anunciamos minha presença no Supercon de João Pessoa, no dia 7 de abril. Mas com certeza faremos mais alguns eventos para comemorar a data. Na verdade tem até mais do que o Anno: X pra ser celebrado, e vamos ver se conseguimos tornar esses planos realidade também. Mas sim, espero poder visitar eventos pelo Brasil.

Uma última pergunta. Conta pra gente um pouquinho sobre o seu projeto pessoal intitulado Rec/All?

A Rec/All é um projeto ambicioso, fazendo rock autoral no Brasil. Tenho o privilégio de contar com os maiores e mais experientes nomes do mercado nesse projeto, o que gera uma grande responsabilidade. Estamos recebendo convites cada vez maiores e vamos ver o que se concretiza em 2019. Com certeza é algo que ganhará mais material esse ano. E acho que já está na hora de termos uma versão nossa para Pegasus Fantasy, já que tocamos em todos os shows.

 

Confira o trabalho do Rodrigo Rossi com a Rec/All, tocando a música Indestructible, de Street Fighter IV:

 

 

Falando na turnê Cavaleiros do Zodíaco in Concert mencionada na entrevista, ela contou com todos os seus intérpretes das aberturas originais de Saint Seiya na edição de 2016 do Anime Friends e em diversos eventos pelo Brasil. A carreira promissora de Rodrigo Rossi vem só evoluindo e, enquanto a versão de Pegasus Fantasy da Rec/All ainda está no forno, aproveite e ouça essa segunda abertura fantástica de Saint Seiya – Lost Canvas, interpretada pelo cantor.

 

 

Por fim, você pode acompanhar seus trabalhos também pelo YouTube, Facebook e Instagram.

 

Você tem grandes sonhos de cantar músicas de anime também? Com dedicação e esforço você também pode chegar lá! Não deixe de comentar conosco e até mais, trecoboxer!

 

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Residente de Araçatuba, interior de São Paulo. Um amante de jogos, principalmente se tratando da série Street Fighter. Acompanha séries, cinema e animes cheios de carisma e uma boa narrativa. Leva a vida como Rocky Balboa o ensinou: "Um passo de cada vez, um soco de cada vez, um round de cada vez".

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