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Exclusivo para Trecobox, Pedro Henrique Bastos fala tudo sobre Dolmen, o game brasileiro comparado a Dark Souls

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Exclusivo para Trecobox, produtor Pedro Henrique Bastos fala tudo sobre Dolmen, o game brasileiro comparado a Dark Souls

 

Dolmen é um título desenvolvido pela Massive Work Studio

 

Com cara de AAA, Dolmen, o jogo da Massive Work Studio vem conquistando o público nacional e internacional com uma excelente qualidade de produção, acabamento e proposta incrível!

As artes do jogo são ótimas, mostrando um cenário bem desenvolvido e harmônico, fazendo com que a imersão do jogador seja surpreendente.

 

 

Além dos gráficos, mecânicas bem desenvolvidas, como o sistema de craft, permitem ao jogador fazer suas próprias armas e trazem uma progressão complexa mas divertida, podendo afirmar que esse jogo é um ‘Dark Souls no espaço’.

 

 

Por isso, para saber mais sobre Dolmen, conversamos com o produtor Pedro Henrique Bastos, da Massive Work Studio. Confira o que ele nos disse:

 

De onde surgiu a ideia?

 

Do nosso próprio gosto para jogos saiu a mistura de RPG, terceira pessoa, ação, ficção científica, horror cósmico, combate de curto alcance, longo alcance, exploração, sobrevivência e fabricação de itens.

Cada um colocou uma coisa que gosta. Fizemos um protótipo em 45 dias e levamos para a BGS2016 para validar a ideia e fomos surpreendidos por reportagens em canais grandes como a Voxel (antigo Tech Mundo).

 

No que o jogo inova?

 

A própria mistura já pode ser considerada uma inovação, porém também trazemos mecânicas novas como, por exemplo, o REATOR.

O reator é um item que você pode fabricar e que serve para dar energia ao seu traje espacial. Desta maneira, dependendo do reator que você estiver equipado, a maneira como você recupera energia e seus ataques especiais será modificada.

Isso misturado com um sistema complexo de progressão de leveis, e fabricação de diferentes equipamentos, dá ao jogador uma enorme gama de como jogar o jogo.

 

Como foi a resposta do público e do mercado de games diante desse título?

 

O produto já foi validado por diversas vezes no Brasil e fora dele.

No Brasil podemos citar como grande eventos a BGS2016 e BGS2017, com uma grande aceitação do público e um enorme hype em ter um jogo desta qualidade no Brasil.

E internacionalmente, já fomos citados em diversas localidades como IGN internacional, Húngara e da Arábia Saudita. O público alemão também está gostando bastante. O produto foi validado em feiras internacionais como a GDC2018 e a Pax East 2018, tendo grande destaque na mídia e com o público.

 

Que dica você daria para alguém que deseja entrar no mercado de desenvolvimento jogos?

 

Siga os seus sonhos e lute diariamente, passo a passo, em direção dele. Se a cada dia você fizer um pouco, um dia vai chegar lá.

 

Como você vê a cena indie brasileira no mercado de games?

 

Eu considero a indústria inteira como sendo indie. Somos muito novos ainda apesar de termos empresas nacionais com mais de 10 anos.

Porém nos últimos anos temos uma aceleração imensa, com a criação de cursos nas faculdades e incentivos governamentais.

Minha expectativa é que cada dia melhore e sejam criados mais espaços para todos. Definitivamente é uma área para se começar a investir e estudar.

 

Vale lembrar que no dia cinco (5) desse mês, os desenvolvedores do Dolmen anunciaram a chegada da campanha de financiamento coletivo, com um meta de US$90 mil. Em menos de uma semana, eles conseguiram bater sua primeira meta, que era alcançar os US$20 mil, que serão usados, caso tenham uma campanha sucedida, para polir o jogo ainda mais, com o aprimoramento de mecânicas e gráficos.

 

 

Se você quer ajudar o jogo, basta acessar sua campanha no Kickstarter e doar uma quantia maior ou igual ao valor de US$10 para ter acesso a versão de demonstração e outros prêmios exclusivos.

 

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