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Detroit: Become Human sofre ataques por conter cenas de abuso infantil

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Detroit: Become Human sofre ataques por conter cenas de abuso infantil

 

Detroit: Become Human é um título aguardado para PlayStation 4

 

O trailer de Detroit: Become Human vem dando o que falar. Após chocar o público durante sua exibição no Paris Games Week, o game agora sofre ataques pelo seu conteúdo forte.

Em Detroit: Become Human, uma androide chamada Kara é inserida no lar de uma família, cuja uma menina sofre abusos por parte do pai.

 

 

Violência contra a criança não é entretenimento (…) É um pesadelo real para milhares de crianças que viveram essa situação. Os desenvolvedores desse jogo deveriam se envergonhar. – Disse Esther Rantzen, fundadora do serviço britânico de Childline.

 

O chefe do Comitê Seletivo de Cultura, Mídia e Esporte, Damian Collins, também é contra a idéia:

 

“É absolutamente errado que violência doméstica seja parte de um videogame seja qual for a motivação. (…) Violência doméstica não é um jogo e isso simplesmente banaliza.”

 

Já o criador da Quantic Dream, David Cage, defende seu projeto:

 

“Estou criando algo forte e importante. Acredito que as pessoas devam ver a cena, o jogo e entender o contexto.”

 

Em tempo, Detroit: Become Human tem previsão de chegada em algum momento de 2018.

 

Radialista formado se especializando em direção de arte. Sagitariano, sonhador levando a vida buscando paz, amor e um lugar ao Sol. Cinéfilo, aspirante a roteirista. Aquele otaku paulistano que vê animes nas horas vagas, lê mangás no transporte público e faz cosplays pra tirar uma onda. Geek por consequência. Sucesso é uma jornada, não um destino, tenha fé na sua capacidade, esse é meu lema.

2 Comentarios

2 Comments

  1. Pedro Augusto

    05/12/2017 em 00:36

    Pessoal, uma dica para quem quer inovar, produtos inovadores e de excelente qualidade, conheça a Bachellor Family! Sejam bem vindos!

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  2. tiorobin

    05/12/2017 em 10:09

    Não acho que banaliza, pelo contrário, coloca a questão de uma forma que as gerações mais novas podem entender.

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